Welcome to the jungle
Venho falar do tema do dia. Dia 10 de Junho, dia de Portugal. Os mais desatentos não terão notado no que se passou hoje. Os mais atentos terão percebido que o que se passou é mais preocupante do que se possa pensar.
500 pretos (não me vou pôr com mariquices de certeza depois do dia de hoje e chama-los negros) invadiram a praia de Carcavelos e assaltaram tudo o que mexia. Cena à Brasil onde o pessoal das favelas desce à cidade e varre tudo. Já existe um site na internet de um grupo organizado de pretos que dizem que em 2050 vão ser mais que os brancos e que vão tomar conta de Portugal. É um cenário cada vez menos impossivel, é mesmo preocupante. Faz-me muita confusão pensar que 500 gajos se organizaram, se juntaram, planearam o dia. Não foi ao acaso. Que se juntassem 50 ou 60 eu até percebia, do mesmo bairro...Agora 500...Dá que pensar.
Em Portugal acho que é inédito este tipo de evento, se bem que já assistimos a cenas igualmente alarmantes como os assaltos nos comboios, alarmantes porque a defesa não é fácil, alarmante porque os praticantes são menores e não podem ser detidos, alarmante ainda porque estes cidadãos já são portugueses, tão portugueses deste Portugal como nós.
Se houvesse uma máquina com dois botões, um em que todos os pretos morreriam e um em que todos viveriam, eu carregava no da morte. Chamem-me racista. Não é bem isso. Mas era o que faria. Entre viverem todos e morrerem todos, depois do que eu vi hoje na televisão escolhia matar todos ( os que vivem em Portugal). Não estou para viver num país em que não possa ir a nenhum sitio descansado. Já no estádio da Luz, quando o SLB se sagrou campeão nacional, esta ralé mostrou um ar da sua graça, da sua selvagaria.
Enfim...É só uma manifestação de revolta.
Um abraço Le´Peniano.
E não sou racista! Prometo! Espero que entendam isto. Mas acho que não se pode suportar isto. Não é a questão da cor, é o que ela representa na nossa sociedade. E pior é o que eu tenho medo que ela represente em breve.
"Welcome to the jungle"
PS- Se a máquina matasse pretos e comunas carregava com mais força ainda.
Este poste está muita mal escrito, estou com pressa mas não consegui deixar de falar este tema e gostava de saber a vossa opinião.

9 Comments:
Eu ofereço-me para SER essa máquina!
esqueçam o pedro nerd, nós queremos o pedro exterminador!
Há selvas que podiam ser destruídas... É preocupante, vermos tamanha capacidade organizativa destes "bandos" (é melhor dar outro nome a uma aglomeração de aves), mas mais preocupante, é vermos um direito que assiste a todos os portugueses (direito à segurança), tão mal garantido pelo Estado, ao mesmo tempo que as instituições criadas para a garantia da possibilidade desse direito, ou seja, os idiotas de farda azul, dizerem que são situações pontuais. Pois... O célebre assalto ao comboio de Linha de Sintra, há dois anos, o assalto no metro, a caminho da Luz, entre outras histórias, são... pontuais!
ACP
"Se houvesse uma máquina com dois botões, um em que todos os pretos morreriam e um em que todos viveriam, eu carregava no da morte. Chamem-me racista. Não é bem isso."
com o devido respeito pelas tuas opiniões, miguel, gostaria que explicasses melhor esta tua idea. é que vim dar a este blog por acaso, li um post que me pareceu interessante, mas continuo sem perceber o encadeamento do teu raciocínio... aparentemente parece.me uma afirmação algo paradoxal. após uma segunda análise, a dúvida persiste. quando releio.a pela terceira vez concluo ser um comentário "relativamente" xenófobo, dirigido, não aos autores do acto comummente denominado "arrastão", mas sim a todos os cidadãos dessa etnia. corrige.me se estiver errada.
com o devido respeito,
Lara Geraldes
Lara, desde já obrigado pelo comentário.Mas repare: se tivesse de escolher (e disse isto imtempestivamente, ainda irritado pela situação) entre deixar viver todos, os "bons" e os "maus, e acabar com todos, "maus" e "bons" escolhia o seu desaparecimento. Isto porque o mal que os "maus" trazem a Portugal é inferior ao beneficio que os "bons" lhe acrescentam. Repito: disse isto no calor do momento, porque na altura temia, e ainda temo, que esta situação chegue um dia a um ponto incontornável. Quando digo que não sou racista é porque não é a cor ou a raça que me levariam a fazer aquela escolha, mas sim o que ela representa neste país.
Hoje, mais friamente, mandá-lo-ias para o seu país. O problema é que o seu pais já é o nosso. Mandá-los-ia para outro pais, que o meu.
E (Lara) acredite que não sou racista, mesmo. Simplesmente não quero viver num pais, e mais, não quero que os meus filhos vivam num país inseguro, em que não possam dar dois passos tranquilamente. E por muito que nos custe os "pretos", ou negros se quiserem (não acho que haja problema em chamá-los pretos) representam um problema neste campo.
E não me venham (já não é para si, LAra) com a treta de que eles são forçados, quase obrigados, a protagonizarem estes actos selvagens. Não têm. Estão numa situação dificil, é certo, e talvez por isso a maioria escolhe o caminho mais fácil. Mas o caminho mais fácil para eles torna o nosso muito mais complicado.
Podem acusar-me de ser egoista, mas não racista.
(o tempo escasseia-me, não tenho tempo para reler o comentário espero que esteja minimamente compreensivel)
obrigado eu pela clarificação. todavia, continuo a não perceber o que leva uma pessoa [jovem, suponho, mas uma vez mais não falo com conhecimento próprio, visto desconhecer por completo os autores deste blog] a preferir a morte de um todo à punição de alguns. porque o todo, meu caro miguel, não é, felizmente, homogéneo. sem querer alongar.me em considerações sobre o papel dos emigrantes em portugal, há nesse todo pessoas certamente tão revoltadas quanto eu ou o miguel com o acontecimento do passado dia 10. trata.se indubitavelmente de um evento preocupante que carece de medidas preventivas que nos facultem a nós, portugueses, caucasianos ou não, o sentimento de segurança que enquanto portugueses merecemos. e, já que se tratava do dia de portugal, um dia tão nosso, convém relembrar que o nosso país nada mais é do que uma comunidade multi.racial e multi.cultural [citando oliveira de salazar]. em conclusão, não pretendo com esta minha intervenção defender razões étnicas ou de integração social que justifiquem o injustificável. o que aconteceu em carcavelos permanecerá, para mim, incompreensível. tal como a tese de que a morte do todo é preferível à punição de alguns.
Lara Geraldes
Não era uma tese...Foi um grito. Apenas e só um grito...Eu desejo lá a morte a alguém, gostava era que esta gente não vivesse num vazio, que pensassem nas coisas que estão certas e erradas. Mas não pensam. Parece que não têm consciência nem nada que se pareça. Enfim.
Revolta-me que os pais destas pessoas, ou avós, que vieram para Portugal em busca de uma vida melhor, que, apesar de tudo, encontraram, não tenham sabido incutir nos filhos os valores que eles tinham, porque esses acredito que tinham: Trabalhar para ter uma vida melhor, estes não: São os injustiçados e então toca a ser selvagem.
Como é óbvio tem razão Lara: Mas foi um grito exagerado de revolta, mas não de revolta exagerada, um grito de preocupação que me apeteceu gritar. E quando quero gritar é aqui que o faço...
Resumindo queria aqui deixar bem claro, desculpem-me a incoerência, que não desejo a morte a ninguém.
Cara Lara Geraldes,
Sem me querer intrometer numa discussão que não é minha (Estou definitivamente a intrometer-me!) aqui deixo o meu parecer:
Os seus comentários envergonham os que estão acima. Não que nós não o sintamos e não o saibamos tão bem, como sabemos que os pretos são só outra raça de homens. Apenas não partimos do princpío que falamos coisas sérias neste blogue. Passo a explicar-me melhor:
Compreende com certeza que cada blogue tem a sua conduta temática. Este optou pela descontração pontualmente serenizada com um ou outro post mais estruturado, bem elaborado e com intenções de comunicar algum trabalho intelectual. O que o meu amigo Miguel escreveu no post que comentamos (que não faz parte dos pontuais que referi) só pode ser lido em tom de galhofa. Nós, que o conhecemos, imediatamente entendemos o tom da conversa, porém, a Lara e qualquer outra pessoa alheia às nossas identidades não compreende a leviandade com que destruimos parte dos nossos próprios princípios (repare que o princípio do Não-Racismo não está posto em causa pelo Miguel - ele apenas faz referência a um devaneio fantasista do seu pensamento), quando nos apetece dizer alguma coisa neste blogue.
Portanto, parece-me que o que não está aqui em consonância - pelo menos em relação ao tema tratado - não são as nossas opiniões (eu também não gostava de ser uma máquina...), mas sim a preparação e contextualização intelectual em que nos encontrámos ao ler o post.
Obrigado,
PCH
eh pa ja irrita!
por duas vezes a lara comentou e por duas vezes passou ao lado!
«tal como a tese de que a morte do todo é preferível à punição de alguns.» by Lara Geraldes
Ora, O GAJO NÃO DISSE ISSO!
ELE DISSE que ENTRE DUAS HIPÓTESES - a de matar TODOS e a de não matar NENHUM - ESCOLHIA A PRIMEIRA!
Ele NÃO PÔS essa terceira hipótese, de que tu falas, de punir só alguns. Se pusesse, de certeza que preferia essa! Só se fosse burro é que não escolhia! É claramente a mais razoável: castigar os pretos-maus e não castigar os pretos-bons, tal como se faz com os brancos e com os índios e os esquimós.
Eh pa o lara, ainda por cima dizes que leste três vezes o post dele... e mesmo assim não percebeste. E interpretas PESSIMAMENTE mal as suas palavras e ficas com uma ideia que NÃO está lá. Vê lá não faças isso no exame de HDP, lê bem as perguntas antes de responderes. (eu tou na sala de computadores enquanto decorre esse nojento exame)
beijinhos
FPS
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