Tuesday, June 28, 2005

Lirismo mundano

Cá vai o primeiro de muitos:

Eu gosto do Mundano,
Gosto das suas orelhas de abano.
Gosto das bolinhas cor-de-laranja,
E do mel São Francisco de Granja.

Embirro com o texto à direita, é certo,
Que à esquerda ler-se-ia melhor, vos alerto.
Não vos recrimino porém,
Pois é meu o blogue também,
E por mim não tenciono mostrar desdém.

Ao Costa um obrigado,
Por o 'blogociclo' ter retomado.
Ao Costa um bem haja,
E um afagar na sua penagem.

Costa foste forte,
Moldaste tua própria sorte:
Caiu o do Gonçalo Santos,
Desvaneceram-se os encantos,
Nasceu o dos pecadores,
Deste à luz os Mundanos Senhores.

Por isso te admiro grande Marmota,
Carregas contigo as vontades da Ocidental Costa.
Cada teu post é uma alegria,
Cada comentário um pio suave como o da cotovia,
Cada guerra um desfilar de boa educação,
Cada batalha perdida, uma enobrecida rendição.

Contas histórias, reinventas negras maquinarias.
De tua imaginação fluem descabidas fantasias.
Reclamas a Razão, fá-la só tua,
(A Belém jamais chega a falua) - falta de paciência/imaginação
Recriminas quem falha na citação,
Ameaça-los de arrastão.

Regra só há uma,
Aquela que anula todas e mais alguma.
Oh! E como eu sublinho,
Tamanho Anarquismo transformado em alinho!

Deus criou o Mundo, Costa o Mundano.
Deus desceu à Terra, Costa voa de aeroplano!


"Onde houver comida não haverá fome" - Ditado de Confúcio
PCH

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