Dois tentos e um queijo
Há uns dias (não vou dizer quantos para não me tornar enfadonhamente preciso, embora para satisfazer a curiosidade daqueles que mais estão interessados neste post possa desde já asseverar que não foram mais do que dez dias.); mas dizia eu que há uns dias, ao que asseverei que não tinham sido mais que dez, estava eu a chegar à minha faculdade cujo nome não vou citar para não ferir determinadas entidades, a quem prefiro conceder o anonimato (embora no caso de não conseguirem suportar essa mesquinhice reles que é não saber todos os promonores de uma história possa revelar-vos que a minha faculdade è a Faculdade de Economia da UNL e que as entidades não existem, fui eu que as inventei para poder desenredar tudo o resto que escrevi acerca delas.); dizia que ao chegar nesse sítio cujo nome não repetirei - Faculdade - me deparei com uma cena chocante! Não era chocante, só disse que o era para ficarem interessados neste post e garantir que vão continuar a lê-lo!
Passava-se que estava uma camioneta parada à porta da minha faculdade cujo nome não referi. Era uma camioneta bonita, lustrosa e aparentemente recente, mas isso não interessa, o que interessa é que a camioneta era duma emissora de rádio que por motivos que me são alheiras (de mirandela) não me permite aqui a referência de seu nome de firma, mas como a onda política nacional é de corrupção posso denunciar a dita empresa: era a Rádio Renascença, mais concretamente uma rádio secundária do seu grupo que se dá pelo nome de Mega FM. Pois estava a Mega FM a emitir do Alto de Campolide, a coisa de 5 metros talvez menos ou se calhar mais ainda não faço ideia, do edifício principal da minha faculdade, com um carro estacionado a seu lado mas que não emitia nada, nem era emitido, isto é não tinha a telefonia ligada na estação hertziana da Mega FM, cujo nome apenas aqui reporto por questões de corrupção.
E ao fim de 2 longos parágrafos, que apenas têm este monstruoso tamanho (vale a pena referir) graças à vossa desmedida bisbilhotice, chegamos ao âmago da questão, que pouco tem de questão já que é bastante afirmativa e nada tem que não seja perfeitamente entendível mas que ainda assim achei passível de ser reparada.
A questão ou afirmação ou reflexão, como queiram, é que eu ia com um amigo, que me dará um enxerto de porrada se aqui disser que se chamava Tomás N.A. (o "N.A." deixo para reflectirem e tentarem adivinhar - aqui deixo a pista: começa em Noronha e acaba em Andrade...), e que embora eu ir com ele não tenha grande relevância ele estava comigo nessa altura em que eu vejo o dito carro que não servia para emitir nada, e cuja marca de graça vos digo que era Renault e o modelo Clio.
O que merece aqui ressalva é que já não há eventos sem carros à mistura!
Evento que seja evento - pode ser a festa da sardinha assada, da serpentina Papeleiras Gaspar e Lda, da noite Smirnoff, da queima das fitas, da inauguração da Ponte 25 de Abril, da entrada da Turquia para a discussão europeia, da meia maratona de São Petersburgo - tudo o que seja evento público mete carro! É caso para dizer, como um senhor emigrante que nos acompanhou no Sud-Express (não sei o nome mas para os que quiserem saber posso garantir que vai ser difícil, porque não sei mesmo o nome, apenas sei que mora em Paris), que isto hoje em dia "é só Carrrros e Carrrros e Carrrros...". Deve ser uma questão de estilo, hoje em dia as empresas pagam às empresas de carros para meterem os seus carros à vista nas coisinhas quotidianas das suas empresas: Se o Renault Clio ouve a Mega FM porque não ouves tu também?!, ou então, Compra um Renault Clio e ouve "a tua rádio" lá dentro!, é um incentivo! E se à última repararmos que o nosso evento não tem carro, vamos à pressa buscar algum, nem que seja um autocarro da Carris emprestado, para exibir ao lado do nosso balcão de distribuição de Rebuçados Moura, ou de papel higiénico genérico Pingo-Doce, ou outras coisas que não vou mesmo inventar porque já estou farto, embora uma exposição de Nenucos Faz-Chichi fosse uma boa ideia!
Termino assim este post. Terminei! Embora possa ainda assim dizer que os carros são uma praga e que longe vão os bons velhos tempos, quando só havia carroças e cavalos, que com certeza que não eram exibidos em eventos públicos fossem de que natureza fossem! Até porque cheiravam mal!
PS: Também é irritante ler... artigos de jornais de desporto, que... metem reticências a torto e a direito, nos... momentos de maior... suspense jornalístico! Tipo: "Benfica vence mas... não convence!"
"Eu ia a sair e dois pretos agrediram-me com uma bola de queijo e dissram-me inclusivé que eu era um cabeça de queijo e que nunca ia tocar os calcanhares do Pai-Eusébio!" - Pauleta em declarações exclusivas ao Jornal O Crime após ter sido espancado por fanáticos do movimento pro Não-Pauleta-Sim-Eusébio-Como-Melhor-Marcador-De-Sempre!

3 Comments:
pah se este gajo nao é um frito...nao sei o que é! (repare.se nas reticências...para dar continuidade...ao email)
pedro tas fodido! apanho-te e fodo-te a tromba.
vai po caralho tu e os teus amiguinhos. não tenho medo deles.
vou-te apanhar.
n fui! n sei o nome do anonimo mas para quem quiser saber, tipo eu, asseguro que vai ser dificil porque n sei mm o nome dele.
PCH
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