Toots Thielemans
1. No som mando eu pelo menos por enquanto. E enquanto for meu esse domínio será Jazz a banda sonora do Mundano. Desta feita é Toots Thielemans. Que Don Vito rejubile!
2. Estou a tomar um partido: o do Guilas. E como tal vou apagar os posts que me foram postos em causa, ou talvez não já que foram todos. Não obstante a coisa está feia, é bom que o patrão tenha punho nisto.
3. Agora a parte intelectual do Post:
Apraz-me bastante a graciosidade da poesia bávara do século XVII. A predominância de rimas cruzadas e de uma estrutura verbal neo-classicista, aliada a uma honesta orquestação linguística de sensações fonéticas e impressões sensoriais (de uma contundência espiritual arrepiante, refira-se), fez de autores como Isaac Spielshenbergen ou Günter Verayën, verdadeiros vértices colossais da História da Literatura Mundial. Obras-primas como Mëin Einvendoven ou Pesrtlen Guirgüns-tösch, propulsoras maestras essenciais na viragem do Séc. XVII, de um estilo poético-intelectual que rompia em absoluto com o provincialismo rimático proto-ruralista até então vigente, fizeram da literatura bávara o expoente máximo da qualidade literária desses tempos.
Aconselho a todos!
"Deus manda que estudes" - 11º Mandamento de Deus segundo Feliciano José

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