Mais Sobre o Turquemenistão
Eu pessoalmente não gostava nada de ser o presidente do Turquemenistão - e sei o que estão a pensar, mas não é por ser outro país! Aliás, nem gostava de ser de lá (nem de lã, mas isso é outro assunto... para nunca abordar). Imaginem só: "la vai o turquemeno!" bem podia ser "lá vai o turco, men!" se aquele que proferisse a frase inicial tivesse alguma defeciência que fizesse com que depois de cada frase emitisse um som equivalente à nossa vogal o (porque no funso nem sabemos que alfabeto usam - GRANDE falha no teu resumo do país, Pedro, estou desiludido). Bom, isso é a primeira razão. A segunda é que deve ser um grande chatice - o próprio do país, diga-se. E porquê? Porque (e reparem na subtileza) se substituirem o T por CH, até uma mudança normal, o U por A, mais uma transformação monotónica que não afecta as nossas utilidades, e RQMENIST por TICE, teríamos, em vez de turquemenistão, chaticeão! O que, como o próprio sufixo implica, implica uma chatice grande; pela lei de transitividade: uma grande chatice. Pois é. Se eu fosse Jesuita teria um terceiro ponto, mas não sou por isso não tenho. Ou talvez tenha: simplesmente porque sim. O que não, dependendo de como se fraseia a pergunta/afirmação. E pronto.
Conclusão: não vou mandas assassinar o pres. do Turquemenistão para depois me instalar como líder implacável daquele quase-deserto-ou-pelo-menos-é-essa-a-ideia-que-tenho-daquilo-ah-por-acaso-tou-me-a-lembrar-que-aquilo-também-tem-petróleo!
"sim, tou num furo sem nada para fazer" -a minha resposta aos vossos pensamentos

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